ACTA APICOLA BRASILICA

(90 Artigos indexados)

Comportamento social entre abelhas Apis mellifera e Tetragonisca angustula - (2021)

Marcus Vinicius Sandoval Paixão, Eduardo Antonio Ferreira, Polyana Pulcheira Paixão, Gustavo Miranda Cremonini, Rafaela Barreto Cazaroto Grobério

Volume: 9 - Issue: 0

Resumo. As abelhas são insetos de grande utilidade para o homem, vivem em harmonia com a natureza e são os principais polinizadores das espécies florais, sendo as grandes responsáveis pela produção de alimentos do planeta. As espécies Apis mellifera L. e Tetragonisca angustula (Latreille, 1811) possuem capacidade de produção que podem ser comercializadas, porém criadas de maneiras distintas, com colmeias próprias desenvolvidas para cada espécie. Devido a este fato, surgiu o interesse em pesquisar se estas espécies de vidas sociais semelhantes, poderiam viver harmoniosamente em uma mesma colônia. A pesquisa foi realizada com o objetivo de avaliar a vida social entre as abelhas A. mellifera e T. angustula. O experimento utilizou dez colmeias de A. mellifera com população avaliada de aproximadamente 20.000 abelhas, com um ninho com dez quadros uma melgueira com dez quadros e tela excluidora. Na melgueira foram retirados cinco quadros e introduzidos no espaço dos quadros um enxame de abelhas Jataí (T. angustula) com avaliação populacional de aproximadamente 1.000 abelhas. Seis meses após o preparo das colmeias foi avaliado a sociabilidade entre as espécies estudadas e a evolução dos enxames preparados, considerando a quantidade de alimentos armazenados, o número estimado de abelhas e o espaço reservado a cada enxame. Os dados extraídos da pesquisa mostram que as abelhas A. mellifera e T. angustula podem viver harmoniosamente em um mesmo espaço, sem ocorrência de interferência entre os enxames.
Meliponicultura em sistemas agroflorestais em Belterra, Pará - (2021)

Ana Paula Silva Viana, Daniela Pauletto, João Ricardo Vasconcellos Gama, Adcléia Pereira Pires, Hierro Hassler Freitas, Aline Pacheco

Volume: 9 - Issue: 0

Resumo. O objetivo do estudo foi caracterizar a produção meliponícola em sistemas agroflorestais e realizar um levantamento de espécies vegetais indicadas pela visitação por abelhas sem ferrão no município de Belterra, Pará. A pesquisa foi realizada a partir de um questionário aplicado a meliponicultores com questões que abordaram aspectos socioeconômicos e da produção de abelhas sem ferrão. Em relação ao pasto meliponícola foram investigadas as espécies vegetais apontadas como visitadas pelas abelhas. Destaca-se que 15% dos criadores tem como principal atividade econômica a meliponicultura e 54% vivem com 1 ou 2 salários mínimos. O tempo na atividade de meliponicultura apresenta amplitude de 2 a mais de 40 anos. Os entrevistados afirmaram se dedicarem à meliponicultura pela afinidade com a atividade e pela consciência na importância das abelhas para o meio ambiente. Os meliponicultores apontaram que os maiores entraves enfrentados estão relacionados ao desmatamento e ao uso de agrotóxicos o que, segundo os mesmos, implica na redução na produção do mel, principal produto comercializado. Observou-se que os sistemas agroflorestais (SAFs) onde estão inseridos os meliponários apresentam, segundo os entrevistados, 38 espécies florestais distribuídas em 21 famílias botânicas. Predominaram as espécies frutíferas, características de floresta primária e secundária, o que poderá indicar potencial para introdução em quintais agroflorestais ou outros sistemas consorciados minimizando os custos de implantação e manutenção de meliponários.
Meliponiculture in agroforestry systems in Belterra, Pará, Brazil - (2021)

Ana Paula Silva Viana, Daniela Pauletto, João Ricardo Vasconcellos Gama, Adcléia Pereira Pires, Hierro Hassler Freitas, Aline Pacheco

Volume: 9 - Issue: 0

Resumo. In this study we characterized the honey production in agroforestry systems and inventing the species visited by stingless bees in the region of Belterra, Pará. We used a questionnaire applied to honey producers with questions that addressed socioeconomic conditions and the production of stingless bees, as well the plant species visited by bees. Fifteen percent of bee breeders have meliponiculture as their main economic activity and 54% live of 1 or 2 minimum wages. The time in meliponiculture activity ranges from 2 to over 40 years. According to the interviewees, they dedicate themselves to meliponiculture due to their affinity with the activity and their awareness of the environmental importance of the bees. The greatest obstacles cited was the deforestation and the use of pesticides, which, according to them, implies a reduction in the production of honey, the main product sold. The agroforestry systems (SAFs) where the meliponaries are inserted present, according to the interviewees, 38 forest species distributed in 21 botanical families. Fruit species predominated, characteristics of primary and secondary forest, indicating potential for introduction into agroforestry yards or other intercropped systems, minimizing the costs of implanting and maintaining meliponaries.
Spatial distribution of apiaries in the municipality of Ribeira do Pombal, Bahia, Brazil - (2021)

Dráuzio Correia Gama, Favízia Freitas de Oliveira, Janisson Batista de Jesus

Volume: 9 - Issue: 0

Resumo. The number of beehives installed per apiary should take into account the potential of bee pasture, the existence of nearby apiaries and ease of management. The study aimed to analyze the spatial distribution of apiaries in the municipality of Ribeira do Pombal, State of Bahia, Brazil, in order to estimate the production of honey per apiary based on the relationship between the number of hives established and the distance between apiaries. For the analysis of spacing, a image of the municipality was acquired by the Landsat-8 satellite and the location points of the georeferenced apiaries. The apiaries were grouped into Classes according to the number of hives: <25 hives.apiary-1 (I), 25-30 (II) and> 30 hives.apiary-1 (III). The apiaries were projected on a map with 1,500 m buffer corresponding to the radius of action of the bees’ flight. A total of 7,198 hives were computed in 290 apiaries distributed in classes: I (47.58%), II (23.45%) and III (28.96%). There were 4.14% apiaries without overlap; and class I apiaries (97%) showed greater overlap. We recommend zoning the beekeeping potential and planning the distribution of apiaries in order to meet the carrying capacity, logistical optimization and for higher productive yield.
Spatial distribution of apiaries in the municipality of Ribeira do Pombal, Bahia, Brazil: Implications for honey production - (2021)

Dráuzio Correia Gama, Favízia Freitas de Oliveira, Janisson Batista de Jesus

Volume: 9 - Issue: 0

Resumo. The number of beehives installed per apiary should take into account the potential of bee pasture, the existence of nearby apiaries and ease of management. The study aimed to analyze the spatial distribution of apiaries in the municipality of Ribeira do Pombal, State of Bahia, Brazil, in order to estimate the production of honey per apiary based on the relationship between the number of hives established and the distance between apiaries. For the analysis of spacing, a image of the municipality was acquired by the Landsat-8 satellite and the location points of the georeferenced apiaries. The apiaries were grouped into Classes according to the number of hives: <25 hives.apiary-1 (I), 25-30 (II) and> 30 hives.apiary-1 (III). The apiaries were projected on a map with 1,500 m buffer corresponding to the radius of action of the bees’ flight. A total of 7,198 hives were computed in 290 apiaries distributed in classes: I (47.58%), II (23.45%) and III (28.96%). There were 4.14% apiaries without overlap; and class I apiaries (97%) showed greater overlap. We recommend zoning the beekeeping potential and planning the distribution of apiaries in order to meet the carrying capacity, logistical optimization and for higher productive yield.
Aceitação e análise físico-química de mel de Apis mellifera enriquecidos com geleia real - (2020)

Fernando Arthur Fernandes Batista, Julia Beatriz da Silva Oliveira Oliveira, Leonardo Emmanuel Fernandes de Carvalho, Luciene Xavier Mesquita-Carvalho

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. O mel é um produto alimentício produzido pelas abelhas Apis mellifera. Assim como a geleia real, o mel é composto por nutrientes que possuem seu valor substancial, e são capazes de propiciar inúmeros benefícios aos usuários que o consomem. A combinação desses dois produtos desenvolveu um ótimo complemento alimentar. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi verificar a aceitação do mel enriquecido com geleia real, a partir de análises físico-químicas, sensoriais e índices de aceitabilidade. Para isso, foram realizadas diferentes formulações (A com 500 ml de mel e 2,5 g de geleia, e B com 500 ml de mel e 5 g de geleia real), submetidas à análise sensorial (cor, acidez, doçura, impressão e intenção de compra) e físico-química (pH, acidez total, umidade e hidroximetilfurfural), para contribuir no conhecimento das características desse produto. Verificou-se que as amostras de méis enriquecidos com geleia real avaliados sensorialmente A e B apresentam-se estatisticamente similares para os atributos de acidez, doçura, impressão global e intenção de compra. As formulações obtiveram os seguintes índices de aceitabilidade: a amostra A obteve 87, 99 % e a amostra B 88,05 %. Referente aos parâmetros físico químicos avaliados, as amostras encontram-se todas dentro da legislação de qualidade de mel no Brasil, dessa forma, estando aptas para o consumo.
Aceitação e análise físico-química de mel de Apis mellifera enriquecidos com geleia real - (2020)

Fernando Arthur Fernandes Batista, Julia Beatriz da Silva Oliveira Oliveira, Leonardo Emmanuel Fernandes de Carvalho, Luciene Xavier Mesquita-Carvalho

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. O mel é um produto alimentício produzido pelas abelhas Apis mellifera. Assim como a geleia real, o mel é composto por nutrientes que possuem seu valor substancial, e são capazes de propiciar inúmeros benefícios aos usuários que o consomem. A combinação desses dois produtos desenvolveu um ótimo complemento alimentar. Dessa forma, o objetivo do presente trabalho foi verificar a aceitação do mel enriquecido com geleia real, a partir de análises físico-químicas, sensoriais e índices de aceitabilidade. Para isso, foram realizadas diferentes formulações (A com 500 ml de mel e 2,5 g de geleia, e B com 500 ml de mel e 5 g de geleia real), submetidas à análise sensorial (cor, acidez, doçura, impressão e intenção de compra) e físico-química (pH, acidez total, umidade e hidroximetilfurfural), para contribuir no conhecimento das características desse produto. Verificou-se que as amostras de méis enriquecidos com geleia real avaliados sensorialmente A e B apresentam-se estatisticamente similares para os atributos de acidez, doçura, impressão global e intenção de compra. As formulações obtiveram os seguintes índices de aceitabilidade: a amostra A obteve 87, 99 % e a amostra B 88,05 %. Referente aos parâmetros físico químicos avaliados, as amostras encontram-se todas dentro da legislação de qualidade de mel no Brasil, dessa forma, estando aptas para o consumo.
Etnoconhecimento sobre abelhas sem ferrão (Anthophila, Apidae: Meliponini) por moradores de comunidade em Cabeceiras do Piauí, Piauí - (2020)

Márcio Luciano Pereira Batista, Paulo Roberto Ramalho Silva, Eraldo Medeiros Costa Neto, Favízia Freitas de Oliveira, Roseli Farias Melo de Barros

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. A acuidade de se obter o conhecimento da diversidade de abelhas nativas de um determinado local e suas inter-relações com o ecossistema são inúmeras, afinal, além de serem os maiores polinizadores e responsáveis pelo desenvolvimento das plantas existentes do meio ambiente, também se destacam pelo seu valor econômico e sociocultural. Objetivou-se registrar o etnoconhecimento sobre abelhas sem ferrão pelos moradores da comunidade José Gomes, município de Cabeceiras do Piauí, Piauí. Os dados foram levantados por meio de entrevistas semiestruturadas aplicadas a 43 atores locais, sendo 39 homens e quatro mulheres. Os meliponíneos foram capturados por meio de rede entomológica e vasilhames, e encaminhados para identificação. Foram coletados 124 espécimes, distribuídos em seis gêneros e 13 espécies de abelhas sem ferrão. Das espécies amostradas, as mais abundantes foram Scaptotrigona sp. (n=25), Trigona sp. (n=17), Tetragona sp. (n=14), Trigona spinipes (n=13) e Partamona ailyae (n=10). O índice de Shannon-Wiener (H’) foi utilizado para estimar a diversidade de abelhas sem ferrão, que foi de H’=1,02. Constatou-se que os moradores percebem e reconhecem a diversidade de meliponíneos existentes na área estudada, não obstante é necessário que se estabeleça maior divulgação sobre a importância do papel desses insetos para a conservação do ecossistema, aprimorado por meio de uma intensificada educação ambiental, principalmente no que concerne a conservação das abelhas sem ferrão e das plantas melitófilas.
Etnoconhecimento sobre abelhas sem ferrão (Anthophila, Apidae: Meliponini) por moradores de comunidade em Cabeceiras do Piauí, Piauí - (2020)

Márcio Luciano Pereira Batista, Paulo Roberto Ramalho Silva, Eraldo Medeiros Costa Neto, Favízia Freitas de Oliveira, Roseli Farias Melo de Barros

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. A acuidade de se obter o conhecimento da diversidade de abelhas nativas de um determinado local e suas inter-relações com o ecossistema são inúmeras, afinal, além de serem os maiores polinizadores e responsáveis pelo desenvolvimento das plantas existentes do meio ambiente, também se destacam pelo seu valor econômico e sociocultural. Objetivou-se registrar o etnoconhecimento sobre abelhas sem ferrão pelos moradores da comunidade José Gomes, município de Cabeceiras do Piauí, Piauí. Os dados foram levantados por meio de entrevistas semiestruturadas aplicadas a 43 atores locais, sendo 39 homens e quatro mulheres. Os meliponíneos foram capturados por meio de rede entomológica e vasilhames, e encaminhados para identificação. Foram coletados 124 espécimes, distribuídos em seis gêneros e 13 espécies de abelhas sem ferrão. Das espécies amostradas, as mais abundantes foram Scaptotrigona sp. (n=25), Trigona sp. (n=17), Tetragona sp. (n=14), Trigona spinipes (n=13) e Partamona ailyae (n=10). O índice de Shannon-Wiener (H’) foi utilizado para estimar a diversidade de abelhas sem ferrão, que foi de H’=1,02. Constatou-se que os moradores percebem e reconhecem a diversidade de meliponíneos existentes na área estudada, não obstante é necessário que se estabeleça maior divulgação sobre a importância do papel desses insetos para a conservação do ecossistema, aprimorado por meio de uma intensificada educação ambiental, principalmente no que concerne a conservação das abelhas sem ferrão e das plantas melitófilas.
Fatores que influenciam a estabilidade das nanopartículas de prata dispersas em própolis - (2020)

Mayara Santana dos Santos, Bianca Pizzorno Backx

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. A própolis é um material resinoso de composição peculiar que estimula variados questionamentos desde as civilizações antigas. Essas indagações estão relacionadas às diferentes propriedades associadas à própolis, como as atividades antioxidantes, antimicrobianas, antivirais, antimutagênicas, anti-inflamatórias, cicatrizantes, dentre outras. Desta forma, essas propriedades presentes na própolis estão sendo empregadas em produtos bionanotecnológicos por conta, por exemplo, do seu alto teor de flavonoides e substâncias fenólicas que atuam em sinergia com as propriedades encontradas nas nanopartículas de prata. Neste artigo, diferentes fatores físico-químicos que podem influenciar a estabilidade das nanopartículas de prata dispersas na própolis serão discutidos. As caracterizações por espectrofotometria no ultravioleta e visível definem a estabilidade do nanossistema coloidal.
Fatores que influenciam a estabilidade das nanopartículas de prata dispersas em própolis - (2020)

Mayara Santana dos Santos, Bianca Pizzorno Backx

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. A própolis é um material resinoso de composição peculiar que estimula variados questionamentos desde as civilizações antigas. Essas indagações estão relacionadas às diferentes propriedades associadas à própolis, como as atividades antioxidantes, antimicrobianas, antivirais, antimutagênicas, anti-inflamatórias, cicatrizantes, dentre outras. Desta forma, essas propriedades presentes na própolis estão sendo empregadas em produtos bionanotecnológicos por conta, por exemplo, do seu alto teor de flavonoides e substâncias fenólicas que atuam em sinergia com as propriedades encontradas nas nanopartículas de prata. Neste artigo, diferentes fatores físico-químicos que podem influenciar a estabilidade das nanopartículas de prata dispersas na própolis serão discutidos. As caracterizações por espectrofotometria no ultravioleta e visível definem a estabilidade do nanossistema coloidal.
Peso e capacidade de armazenamento da vesícula melífera de abelhas africanizadas no Sul de Santa Catarina - (2020)

Lucas Almeida da Silva, Maurício Duarte Anastácio, Tuan Henrique Smielevski de Souza, Diou Roger Ramos Spido, Diogo Policarpo Semprebon, Miguelangelo Ziegler Arboitte

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. Objetivou-se avaliar o peso das abelhas operárias e a capacidade da vesícula melífera de Apis mellifera L. africanizadas na região Sul de Santa Catarina. As abelhas foram acondicionadas em potes para a mensuração de seus pesos e, posteriormente, fornecido mel até apresentarem saciedade e pesadas para a quantificação da capacidade da vesícula melífera. O peso médio das abelhas africanizadas vazias foi de 76,20±10,33 mg. A capacidade média da vesícula melífera foi de 24,50±12,69 mg. O baixo coeficiente de determinação da equação de regressão (r2 = 0,03998) demonstra a variabilidade existente entre o peso e a vesícula melífera das abelhas africanizadas. O peso e a capacidade da vesícula melífera das abelhas na região sul de Santa Catarina verificados foram de 76,20 mg e 24,50mg, respectivamente.
Peso e capacidade de armazenamento da vesícula melífera de abelhas africanizadas no Sul de Santa Catarina - (2020)

Lucas Almeida da Silva, Maurício Duarte Anastácio, Tuan Henrique Smielevski de Souza, Diou Roger Ramos Spido, Diogo Policarpo Semprebon, Miguelangelo Ziegler Arboitte

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. Objetivou-se avaliar o peso das abelhas operárias e a capacidade da vesícula melífera de Apis mellifera L. africanizadas na região Sul de Santa Catarina. As abelhas foram acondicionadas em potes para a mensuração de seus pesos e, posteriormente, fornecido mel até apresentarem saciedade e pesadas para a quantificação da capacidade da vesícula melífera. O peso médio das abelhas africanizadas vazias foi de 76,20±10,33 mg. A capacidade média da vesícula melífera foi de 24,50±12,69 mg. O baixo coeficiente de determinação da equação de regressão (r2 = 0,03998) demonstra a variabilidade existente entre o peso e a vesícula melífera das abelhas africanizadas. O peso e a capacidade da vesícula melífera das abelhas na região sul de Santa Catarina verificados foram de 76,20 mg e 24,50mg, respectivamente.
Rotulagem dos méis de Apis mellifera comercializados no Alto Sertão da Paraíba - (2020)

Mateus Gonçalves Silva, Andressa Gonçalves de Santana, Patrícia Raquel Matos da Silva, Rosilene Agra da Silva, Aline Carla de Medeiros, Patrício Borges Maracajá

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. O mel é um produto alimentício de origem animal que, como qualquer outro, está suscetível a adulterações e inconformidades. Portanto, para evitar inconsistências no mercado brasileiro, deve-se seguir os padrões estabelecidos pela legislação vigente, a qual dispõe de dispositivos para regulamentar as embalagens/rótulos de produtos, a fim de estabelecer informações sobre a sua originalidade, qualidade e certificação, firmando vínculo comunicativo com o consumidor. Neste sentido, objetivou-se analisar a rotulagem de marcas de méis de abelhas Apis mellifera adquiridas em cidades do Alto Sertão Paraibano, verificando a conformidade com a legislação. Os resultados reportam que as embalagens mais utilizadas são de plástico e que apenas 37% contém no rótulo o selo de inspeção. Dentre as marcas verificadas, todas apresentaram rotulagens com inconformidades diante da legislação vigente. Foi identificada a necessidade de disposição de informações pertinentes como: identificação do produtor, origem, lote, modo de conservação, medida caseira, florada predominante, ausência de glúten, termo de restrição a crianças com menos de 1 ano de idade e informações nutricionais.
Rotulagem dos méis de Apis mellifera comercializados no Alto Sertão da Paraíba - (2020)

Mateus Gonçalves Silva, Andressa Gonçalves de Santana, Patrícia Raquel Matos da Silva, Rosilene Agra da Silva, Aline Carla de Medeiros, Patrício Borges Maracajá

Volume: 8 - Issue: 0

Resumo. O mel é um produto alimentício de origem animal que, como qualquer outro, está suscetível a adulterações e inconformidades. Portanto, para evitar inconsistências no mercado brasileiro, deve-se seguir os padrões estabelecidos pela legislação vigente, a qual dispõe de dispositivos para regulamentar as embalagens/rótulos de produtos, a fim de estabelecer informações sobre a sua originalidade, qualidade e certificação, firmando vínculo comunicativo com o consumidor. Neste sentido, objetivou-se analisar a rotulagem de marcas de méis de abelhas Apis mellifera adquiridas em cidades do Alto Sertão Paraibano, verificando a conformidade com a legislação. Os resultados reportam que as embalagens mais utilizadas são de plástico e que apenas 37% contém no rótulo o selo de inspeção. Dentre as marcas verificadas, todas apresentaram rotulagens com inconformidades diante da legislação vigente. Foi identificada a necessidade de disposição de informações pertinentes como: identificação do produtor, origem, lote, modo de conservação, medida caseira, florada predominante, ausência de glúten, termo de restrição a crianças com menos de 1 ano de idade e informações nutricionais.
Fontes energéticas sobre a longevidade de Apis mellifera L. em condições controladas - (2019)

Rosilene Agra da Silva, Talita Soares de Araújo, Anderson Bruno Anacleto de Andrade, Micaela Silva Coelho, Gilmara Lima Gonçalves de Oliveira

Volume: 7 - Issue: 0

Resumo. A apicultura é uma atividade que depende de diversos fatores dentre eles o ambiental. Em épocas onde o alimento para as abelhas é escasso faz-se necessário optar pela alimentação artificial, tornando-se necessário conhecer os alimentos que serão oferecidos as abelhas. Objetivou-se com essa pesquisa avaliar a influência de combinações de fontes de alimentações energéticas e proteicas sobre a longevidade das abelhas operárias (Apis mellifera L.) in vitro. As fontes avaliadas foram a mistura de pólen (10%) e açúcar de confeiteiro (90%), apenas o açúcar de confeiteiro (100%), uma mistura de pólen (10%) e mel (90%) e açúcar de confeiteiro (90%) e mel (10%). Foram coletadas abelhas recém-emergidas de favos de crias e colocadas em grupos de 20 abelhas em gaiolas de madeiras, com ambiente controlado, onde foram servidas as devidas alimentações e registrado o levantamento da quantidade de abelhas mortas diariamente. O trabalho foi conduzido em delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e seis repetições. Na análise de sobrevivência das abelhas notou-se que a alimentação da mistura de pólen (10%) e açúcar (90%) foi a que proporcionou os melhores resultados em relação a longevidade das abelhas, ao contrário da alimentação de apenas o açúcar que apresentou menor longevidade.
Fontes energéticas sobre a longevidade de Apis mellifera L. em condições controladas - (2019)

Rosilene Agra da Silva, Talita Soares de Araújo, Anderson Bruno Anacleto de Andrade, Micaela Silva Coelho, Gilmara Lima Gonçalves de Oliveira

Volume: 7 - Issue: 0

Resumo. A apicultura é uma atividade que depende de diversos fatores dentre eles o ambiental. Em épocas onde o alimento para as abelhas é escasso faz-se necessário optar pela alimentação artificial, tornando-se necessário conhecer os alimentos que serão oferecidos as abelhas. Objetivou-se com essa pesquisa avaliar a influência de combinações de fontes de alimentações energéticas e proteicas sobre a longevidade das abelhas operárias (Apis mellifera L.) in vitro. As fontes avaliadas foram a mistura de pólen (10%) e açúcar de confeiteiro (90%), apenas o açúcar de confeiteiro (100%), uma mistura de pólen (10%) e mel (90%) e açúcar de confeiteiro (90%) e mel (10%). Foram coletadas abelhas recém-emergidas de favos de crias e colocadas em grupos de 20 abelhas em gaiolas de madeiras, com ambiente controlado, onde foram servidas as devidas alimentações e registrado o levantamento da quantidade de abelhas mortas diariamente. O trabalho foi conduzido em delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e seis repetições. Na análise de sobrevivência das abelhas notou-se que a alimentação da mistura de pólen (10%) e açúcar (90%) foi a que proporcionou os melhores resultados em relação a longevidade das abelhas, ao contrário da alimentação de apenas o açúcar que apresentou menor longevidade.
Composição química e atividade biológica das própolis brasileiras: verde e vermelha - (2018)

Joselena Mendonça Ferreira, Giuseppina Negri

Volume: 6 - Issue: 1

Resumo. A própolis é uma mistura complexa de substâncias coletadas por abelhas em ápices vegetativos e exsudados resinosos de plantas. Essa cola natural é usada para selar, manter a temperatura e assepsia da colmeia. Possui propriedades biológicas comprovadas e variáveis de acordo com as localidades em que é produzida. No Brasil, os dois principais tipos de própolis comercializadas internacionalmente, são a verde e vermelha. Juntas, estas própolis movimentam um mercado internacional, com uma estimativa da ordem de milhões de dólares ao ano. O objetivo deste estudo foi fazer uma comparação entre a composição química e atividade biológica dos dois principais tipos de própolis brasileira: a verde e a vermelha. Os dados foram obtidos através de uma intensa pesquisa na literatura científica, usando a base de dados, Scopus, Web of Science, Periódicos Capes e Medline. A própolis verde brasileira é produzida na região sudeste, principalmente no Estado de Minas Gerais e é extraída dos ápices vegetativos de Baccharis dracunculifolia. Seus principais constituintes são os ácidos cinâmicos prenilados e ácidos cafeoilquínicos. A própolis vermelha produzida na região nordeste, possui a Dalbergia ecastophyllum como fonte de resina. Seus principais constituintes são isoflavonas, pterocarpanos, chalconas e benzofenonas polipreniladas. As atividades antibacteriana, antiviral, antioxidante, citotóxica, anti-tumoral e anti-inflamatória destas própolis tem sido atribuída aos compostos fenólicos. Os conhecimentos adquiridos sobre esses tipos de própolis brasileiras são importantes para utilizá-las como fonte de renda, principalmente para os apicultores; e proporcionar uma grande contribuição para a pesquisa científica na área biomédica e na descoberta de novos medicamentos.
Perfil dos criadores de Apis mellifera no município de Aparecida, Paraíba - (2018)

Mateus Gonçalves Silva, Maria Cândida de Almeida Mariz Dantas, Joserlan Nonato Moreira, Weliton Carlos de Andrade, Mayslane de Sousa Gomes

Volume: 6 - Issue: 1

Resumo. A criação de abelhas é uma atividade de grande importância cultural, social e econômica, e vem sendo amplamente desenvolvida por pequenos agricultores do Nordeste. Dessa forma, objetivou-se caracterizar os apicultores do município de Aparecida na Paraíba, conforme seus aspectos sociais, econômicos, de produção e de venda. O período de realização da pesquisa ocorreu entre agosto e setembro de 2017, com entrevistas e aplicação de questionário direto aos produtores, observando os seguintes parâmetros: sexo, distribuição etária, grau de escolaridade, acesso a crédito, associativismo, tempo de atividade, colmeias em produção, formas de vendas dos produtos da colmeia e qual a representação da apicultura na renda familiar. Pode observar que os apicultores aparecidenses, possuem bastante experiência na área, estão organizados em cooperativas, mas ainda necessitam de recursos e instrumentos que contribuam no aumento na produção e desenvolvimento da apicultura no município, possibilitando melhores condições de vida para as famílias camponesas que vivem da agropecuária.
Composição química e atividade biológica das própolis brasileiras: verde e vermelha - (2018)

Joselena Mendonça Ferreira, Giuseppina Negri

Volume: 6 - Issue: 0

Resumo. A própolis é uma mistura complexa de substâncias coletadas por abelhas em ápices vegetativos e exsudados resinosos de plantas. Essa cola natural é usada para selar, manter a temperatura e assepsia da colmeia. Possui propriedades biológicas comprovadas e variáveis de acordo com as localidades em que é produzida. No Brasil, os dois principais tipos de própolis comercializadas internacionalmente, são a verde e vermelha. Juntas, estas própolis movimentam um mercado internacional, com uma estimativa da ordem de milhões de dólares ao ano. O objetivo deste estudo foi fazer uma comparação entre a composição química e atividade biológica dos dois principais tipos de própolis brasileira: a verde e a vermelha. Os dados foram obtidos através de uma intensa pesquisa na literatura científica, usando a base de dados, Scopus, Web of Science, Periódicos Capes e Medline. A própolis verde brasileira é produzida na região sudeste, principalmente no Estado de Minas Gerais e é extraída dos ápices vegetativos de Baccharis dracunculifolia. Seus principais constituintes são os ácidos cinâmicos prenilados e ácidos cafeoilquínicos. A própolis vermelha produzida na região nordeste, possui a Dalbergia ecastophyllum como fonte de resina. Seus principais constituintes são isoflavonas, pterocarpanos, chalconas e benzofenonas polipreniladas. As atividades antibacteriana, antiviral, antioxidante, citotóxica, anti-tumoral e anti-inflamatória destas própolis tem sido atribuída aos compostos fenólicos. Os conhecimentos adquiridos sobre esses tipos de própolis brasileiras são importantes para utilizá-las como fonte de renda, principalmente para os apicultores; e proporcionar uma grande contribuição para a pesquisa científica na área biomédica e na descoberta de novos medicamentos.
Perfil dos criadores de Apis mellifera no município de Aparecida, Paraíba - (2018)

Mateus Gonçalves Silva, Maria Cândida de Almeida Mariz Dantas, Joserlan Nonato Moreira, Weliton Carlos de Andrade, Mayslane de Sousa Gomes

Volume: 6 - Issue: 0

Resumo. A criação de abelhas é uma atividade de grande importância cultural, social e econômica, e vem sendo amplamente desenvolvida por pequenos agricultores do Nordeste. Dessa forma, objetivou-se caracterizar os apicultores do município de Aparecida na Paraíba, conforme seus aspectos sociais, econômicos, de produção e de venda. O período de realização da pesquisa ocorreu entre agosto e setembro de 2017, com entrevistas e aplicação de questionário direto aos produtores, observando os seguintes parâmetros: sexo, distribuição etária, grau de escolaridade, acesso a crédito, associativismo, tempo de atividade, colmeias em produção, formas de vendas dos produtos da colmeia e qual a representação da apicultura na renda familiar. Pode observar que os apicultores aparecidenses, possuem bastante experiência na área, estão organizados em cooperativas, mas ainda necessitam de recursos e instrumentos que contribuam no aumento na produção e desenvolvimento da apicultura no município, possibilitando melhores condições de vida para as famílias camponesas que vivem da agropecuária.
A utilização da apitoxina na apiterapia e seus efeitos no tratamento de patologias - (2017)

Francileuda Batista de Almeida, Marcelo Holanda da Cunha, Ediana da Nobrega Melo Queiroga, Rosilene Agra da Silva, Patrício Borges Maracajá

Volume: 5 - Issue: 1

Resumo. Apiterapia vêm ganhando destaque pela grande variabilidade dos produtos derivados das abelhas para fins terapêuticos. A apitoxina trata-se do veneno produzido pelas abelhas Apis mellifera com objetivo de proteger a colônia contra a extensa variedade de predadores. O estudo busca compreender a utilização da apitoxina na apiterapia, bem como, os seus efeitos no tratamento de patologias a partir de uma revisão bibliográfica. Metodologicamente, a pesquisa se trata de uma revisão bibliográfica advinda da seleção criteriosa de artigos científicos e de outras publicações datadas de 2005 à 2015. Verificou-se que mesmo, desencadeando processos alérgicos severos, no caso de alguns indivíduos, estudos mais detalhados sobre a apitoxina serão primordiais para que se possa conhecer mais detalhadamente sobre os seus inúmeros benefícios, desse modo, é necessário que mais pesquisas sejam feitas e divulgadas sobre a apitoxina, de modo que, as pessoas possam ter acesso a tratamentos cada vez mais eficazes contra doenças que atualmente não existe cura, as chamadas doenças crônicas.
A utilização da apitoxina na apiterapia e seus efeitos no tratamento de patologias - (2017)

Francileuda Batista de Almeida, Marcelo Holanda da Cunha, Ediana da Nobrega Melo Queiroga, Rosilene Agra da Silva, Patrício Borges Maracajá

Volume: 5 - Issue: 1

Resumo. Apiterapia vêm ganhando destaque pela grande variabilidade dos produtos derivados das abelhas para fins terapêuticos. A apitoxina trata-se do veneno produzido pelas abelhas Apis mellifera com objetivo de proteger a colônia contra a extensa variedade de predadores. O estudo busca compreender a utilização da apitoxina na apiterapia, bem como, os seus efeitos no tratamento de patologias a partir de uma revisão bibliográfica. Metodologicamente, a pesquisa se trata de uma revisão bibliográfica advinda da seleção criteriosa de artigos científicos e de outras publicações datadas de 2005 à 2015. Verificou-se que mesmo, desencadeando processos alérgicos severos, no caso de alguns indivíduos, estudos mais detalhados sobre a apitoxina serão primordiais para que se possa conhecer mais detalhadamente sobre os seus inúmeros benefícios, desse modo, é necessário que mais pesquisas sejam feitas e divulgadas sobre a apitoxina, de modo que, as pessoas possam ter acesso a tratamentos cada vez mais eficazes contra doenças que atualmente não existe cura, as chamadas doenças crônicas.
Avaliação da qualidade físico-química e microbiológica de méis de abelhas obtidos no comércio de Sousa, Paraíba - (2017)

Maria Cândida de Almeida Mariz Dantas, Semirames do Nascimento Silva, Damião Junior Gomes, João Ferreira Neto, Caetano José de Lima, Rosilene Agra da Silva

Volume: 5 - Issue: 1

Resumo. O controle de qualidade é uma etapa importante para que o produto seja comercializado com as suas propriedades naturais preservadas, que possua características que facilitem sua utilização e que tenha uma adequada conservação e apresentação. Objetivou-se com o estudo determinar as características físico-químicas e a qualidade microbiológica de amostras de méis oriundas de diferentes pontos de comércio na cidade de Sousa, Paraíba. O experimento foi realizado com 6 amostras de méis. Nas análises microbiológicas foi determinada a presença de: Clostridium sulfito redutor a 46°C, Coliformes a 35°C (NMP/g), Coliformes a 45°C (NMP/g), E. coli/25g, Estaf. Coagulase Positiva (UFC/g), Salmonella spp/25g, Bolores e Leveduras/g. Nas análises físico-químicas foram determinados: Sólidos solúveis °Brix a 20°C, pH, Acidez total (g/100g), Acidez total em ácido cítrico (g/100/g), Sólidos totais (g/100g), Minerais fixos (cinzas) (g/100g), Umidade (g/100g), e Aw (Atividade de água). As análises microbiológicas dos méis foram realizadas no Laboratório de Análises de Alimentos e as análises físico-químicas foram realizadas no Laboratório de Análises Físico-químicas do IFPB Campus Sousa. Não houve presença de Clostridium sulfito, E. coli, UFC, Salmonella spp, Bolores e Leveduras nas amostras coletadas. Todas as amostras coletadas apresentaram valores de coliformes a 35 e a 45°C, porém de acordo com o Regulamento Técnico sobre Padrões Microbiológicos para Alimentos podem ser consumidos. Todas as amostras encontraram-se dentro do padrão estabelecido pela legislação vigente no quesito Acidez total.
Avaliação da qualidade físico-química e microbiológica de méis de abelhas obtidos no comércio de Sousa, Paraíba - (2017)

Maria Cândida de Almeida Mariz Dantas, Semirames do Nascimento Silva, Damião Junior Gomes, João Ferreira Neto, Caetano José de Lima, Rosilene Agra da Silva

Volume: 5 - Issue: 1

Resumo. O controle de qualidade é uma etapa importante para que o produto seja comercializado com as suas propriedades naturais preservadas, que possua características que facilitem sua utilização e que tenha uma adequada conservação e apresentação. Objetivou-se com o estudo determinar as características físico-químicas e a qualidade microbiológica de amostras de méis oriundas de diferentes pontos de comércio na cidade de Sousa, Paraíba. O experimento foi realizado com 6 amostras de méis. Nas análises microbiológicas foi determinada a presença de: Clostridium sulfito redutor a 46°C, Coliformes a 35°C (NMP/g), Coliformes a 45°C (NMP/g), E. coli/25g, Estaf. Coagulase Positiva (UFC/g), Salmonella spp/25g, Bolores e Leveduras/g. Nas análises físico-químicas foram determinados: Sólidos solúveis °Brix a 20°C, pH, Acidez total (g/100g), Acidez total em ácido cítrico (g/100/g), Sólidos totais (g/100g), Minerais fixos (cinzas) (g/100g), Umidade (g/100g), e Aw (Atividade de água). As análises microbiológicas dos méis foram realizadas no Laboratório de Análises de Alimentos e as análises físico-químicas foram realizadas no Laboratório de Análises Físico-químicas do IFPB Campus Sousa. Não houve presença de Clostridium sulfito, E. coli, UFC, Salmonella spp, Bolores e Leveduras nas amostras coletadas. Todas as amostras coletadas apresentaram valores de coliformes a 35 e a 45°C, porém de acordo com o Regulamento Técnico sobre Padrões Microbiológicos para Alimentos podem ser consumidos. Todas as amostras encontraram-se dentro do padrão estabelecido pela legislação vigente no quesito Acidez total.