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Maria das Graças Melo, Alexandra Aragão Venâncio de Almeida, Gilceia Jacinta de Andrade Castro, Tarscila Duarte dos Santos, Edu Domingos Romão, Janete de Araújo Pereira, Cheila Cristina da Silva, Bruna Micheli Cardoso Bicharra, Lanuzia Celestrini, Lais Laura da Silva Ramalho, Adalgiza Batista
Volume: 11 - Issue: 7
Resumo.
O artigo discute as aprendizagens que estudantes constroem no contato cotidiano com dispositivos, redes sociais, plataformas de vídeo, jogos, aplicativos de mensagens e buscadores, sem que tais saberes sejam sempre planejados pela escola. A investigação adota revisão bibliográfica e documental, com fontes brasileiras e internacionais majoritariamente de acesso aberto, publicadas sobretudo entre 2022 e 2026, além de apoio teórico de referência sobre a escola na era digital, para compreender como a cultura digital produz repertórios técnicos, comunicacionais, informacionais e éticos. O objetivo é analisar quais saberes são aprendidos fora da mediação escolar e de que forma a instituição pode reconhecê-los sem reduzir a educação digital ao uso instrumental de equipamentos. Os resultados indicam que os estudantes aprendem a pesquisar, publicar, editar, interagir, proteger perfis, interpretar linguagens digitais e resolver problemas práticos, mas essas aprendizagens podem permanecer fragmentadas quando não recebem mediação crítica. Defende-se que a escola deve transformar tais repertórios em formação cidadã, articulando autoria, segurança, leitura crítica e responsabilidade.
Keywords: cultura digital, aprendizagem informal, letramento digital, educação midiática, estudantes
Idioma:
Portuguese
Registro:
2026-06-26 19:20:54
https://v3.cadernoscajuina.pro.br/index.php/revista/article/view/3362
10.52641/cadcajv11i7.3362