Sorvete artesanal comercializado em São Luís do Maranhão: uma avaliação microbiológica - (2024)
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Maria Silva, Beneylton Gonçalo Silva Carvalho, Ricardo Gonçalves Silva, Verônica Duarte da Silva, Ronald da Silva de Jesus, Luiza Catarina Percilio Barros, Rayann Pereira Mendes, Augusto Hipolito Chagas Freato, Ana Beatriz Furtado Sousa, Suzane Katy Rocha Oliveira
Volume: 24 - Issue: Ed. Especial
Resumo.
Os sorvetes, por serem um produto lactente, podem conter nutrientes como proteínas, gorduras, açucares e vitaminas, o que os torna um excelente substrato para a proliferação bacteriana. O objetivo desta pesquisa foi avaliar micro biologicamente Sorvetes Artesanais Comercializados em São Luís - MA. Realizou-se a coleta de três amostras durante um período de dois meses, na localidade do (P1) Terminal Praia Grande, (P2) Praça Mauro Machado e (P3) Portinho no ano de 2019, totalizou-se 6 amostras coletada em saco plásticos apropriados e conservadas em caixa de isopor até a realização das análises no Laboratório de microbiologia da UNICEUMA. Para determinação de coliformes totais e coliformes termotolerantes de origem fecal utilizou-se o método Pour-Plate. O resultado é expresso como número de Unidades Formadoras de Colônias (UFC/Ml). Os resultados foram comparados aos padrões da legislação. A presença de coliformes fecais ou termotolerantes nas amostras de sorvete, variaram no mês de setembro nos três pontos nas diluições 10-1 a 10-3 de P1 (1.310x10³ a 8.00x10³ UFC/mL) e P2 de (1,250x103 a 2,430x103 UFC/mL), observando que o crescimento variou nos pontos 1 a 3 (formaram entre 9,20x103 a 4,600x103 UFC/mL), todos os pontos são acima do permitido pela legislação (1000 UFC/m L RDC n° 12/01/01). Os sorvetes não são seguros para consumo e não estão dentro da lei brasileira. Em conclusão, a pesquisa revelou condições higiênico-sanitárias insatisfatórias na maioria das sorveterias artesanais comercializados em São Luís do Maranhão.
Keywords: Sorvete, coliformes, artesanal
Idioma: English
Registro: 2025-08-30 09:24:45
https://periodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/34552